quarta-feira, 30 de novembro de 2016

O Ministério da Educação (ME), através da Direção-Geral da Educação (DGE), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Microsoft e a Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI), lança a 8.ª Edição do concurso "Conta-nos uma história!".
Esta iniciativa pretende fomentar a criação de projetos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital de áudio e vídeo.
O ato de contar histórias desempenha um papel extremamente relevante nas aprendizagens dos alunos destes níveis de educação e ensino, quer na aquisição de conhecimentos, competências e valores quer nas atividades de carácter mais lúdico.
introdução da língua Inglesa no currículo do 1.º CEB, nos 3º e 4º anos, justifica o alargamento deste concurso à língua inglesa e nestes anos de ensino. Esta nova categoria, introduzida na presente edição, terá como título: “Once Upon a Time...”.
As histórias a admitir a concurso, em língua portuguesa e em língua inglesa (3.º e 4.º anos), podem ser originais ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas e outros textos já existentes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc. Em todos os casos, devem conter um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.  Fonte(RBE)

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Presentes ideais para quem gosta de ler

almofadas mágicas para os leitores do Harry Potter 

bolsa em formato de livro

capa de telemóvel

colar em formato de livro

com esta lanterna consegues ler em todo lado

marcador que segura a página e  aponta onde parou de ler

base de copos com referências literárias

vestido que demonstra o amor pelas letras


agenda em formato de livro

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Nunca se esqueça de ser feliz

Soneto 28


Posso voltar à leda condição
sem ter descanso ao menos que me anime?
O dia oprime e vir a noite é vão,
a noite ao dia, o dia à noite oprime,
reinos adversos que em consentimento
se dão as mãos a torturar-me-me e basta,
um por fadiga, o outro por lamento
de mais penar que mais de ti me afasta.
Que és claro digo ao dia a ver se agrado,
que lhe dás graça indo as nuvens altas,
e à noite lisonjeio o turvo estado,
que a não haver estrelas tu a esmaltas.
  Longas penas diárias traz-me o dia,
  maior pena noturna a noite cria.

Vasco Graça Moura
in: Os Sonetos de Shakespeare, versão integral
Bretrand Editora, Lisboa, 2007